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Projeto Integra FSADU abordou educação dos filhos

Presidente Evangelina Noronha na abertura do evento: empregados atentos para o tema que interessa aos tutores em geral

O projeto Integra, da Fundação Sousândrade (FSADU), recebeu na última sexta (29) a psicóloga, logoterapeuta e pedagoga, Rogener Almeida, para falar aos empregados sobre o tema Educação dos filhos: amor e cuidado no cotidiano. Ela apresentou dados sobre ansiedade, taxas de suicídio e uso da tecnologia pelos jovens, e levantou pontos de atenção aos tutores.

Rogener Almeida: psicóloga, logoterapeuta e pedagoga

O evento foi aberto pela diretora-presidente da Fundação, Evangelina Noronha, e pelo diretor do Núcleo de Informática, Ronald Santos. Eles ressaltaram o objetivo do Integra, que iniciou no mês passado o calendário de ações com o objetivo de promover a integração entre os empregados.

“Estou segura por ter aqui esta profissional preparada, que foi minha contemporânea do curso de Pedagogia na Universidade Federal do Maranhão, para tratarmos de um tema tão importante, que é a educação nas famílias”, disse a presidente.

Rogener Almeida dedicou-se durante 30 anos à Pedagogia, mas hoje atua como psicóloga clínica, seguindo a abordagem  da Logoterapia, o estudo do sentido da vida.

Ela convidou os empregados a refletir como os responsáveis estão educando crianças e adolescentes, e recebeu perguntas do tipo: “O uso dos jogos eletrônicos é capaz de provocar violência?”. Ao que ela respondeu: “Sozinho, o jogo eletrônico não provoca a violência. É preciso buscarmos a predisposição do infrator para fúria, revolta, rancor, todo o histórico do sujeito”.

Ela recomenda, entretanto, que os pais estabeleçam limites de tempo para o uso diário dos jogos. “Nós, seres humanos, não podemos esquecer da nossa condição primeira de animais naturais. Sendo assim, precisamos da natureza por perto, de fazermos atividades físicas e, principalmente, de nos relacionarmos com outras pessoas, face a face”. Ela também indica como atividades positivas o esporte e aulas de música.

Sem excluir a tecnologia, por entender que “é um componente de educação dos nossos filhos”, ela diz que os responsáveis precisam desenvolver um olhar mais consciente. E adverte: “Não somos reféns da tecnologia, não podemos ser passivos. Por vezes, não oferecemos outras opções por comodismo ou desespero, e consideremos a hipóteses de os próprios pais ou responsáveis estarem doentes também, sofrendo de ansiedade ou demais transtornos”.

Essas e outras questões foram levantadas na segunda ação do projeto Integra, como parte do Programa de Desenvolvimento Humano da FSADU que engloba ainda os projetos Capacita e Movimenta.